Kentropyx paulensis
(Boettger, 1893)

-
Tamanho (7,7cm)
-
Hábitat (campo aberto)
-
Coloração (camuflada)
-
Dieta (insetívora)
-
Reprodução (ovípara)
-
Atividade (diurna)
-
Raridade (pouco comum)
-
Status de conservação (LC)
Identificação
Corpo cilíndrico e alongado, membros e cauda longos e robustos. O comprimento rostro-cloacal pode chegar a 77 mm. O dorso é marrom-esverdeado, com uma faixa mediana de cor esverdeada. De cada lado do corpo existem quatro faixas longitudinais brancas ou amareladas: uma de cima do olho até o meio do corpo, onde se transforma em uma série de pontos; uma do olho até a cintura; uma da comissura da boca, passando pelo ouvido, até a virilha; uma que vai da parte debaixo do ouvido até a virilha e o ventre. Pode ser confundida com Ameiva ameiva e com Ameivula ocellifer, das quais difere por possuir as escamas ventrais quilhadas (lisas nas outras duas espécies).
Distribuição geográfica
Ocorre apenas no Brasil, aparentemente restrita à região do Cerrado.
Hábitat
Em áreas abertas de cerrado, sendo aparentemente mais comum em áreas de campo limpo.
Micro-habitat
Vive no chão, em meio ao folhiço e moitas de capim.
Dieta
Alimenta-se de artrópodes.
Reprodução
Nada se sabe sobre a reprodução desta espécie.
Comportamento
É uma espécie diurna e heliotérmica, que pode ser observada forrageando em meio a moitas de capim ou folhiço. Quando notada, pode ficar imóvel e tentar se confundir em meio ao capim, ou correr rapidamente para longe do observador.
Bibliografia seleta
Gallagher, D. S., Jr. 1979. A Systematic Revision of the South American Lizard Genus Kentropyx (Sauria: Teiidae). Unpubl. Ph.D. Dissertation, Texas A&M University.